terça, 13 de novembro de 2018 - 11:07h
PEDRA BRANCA, SERRA DO NAVIO E SANTANA
Municípios do eixo da mineração buscam amenizar passivos sociais herdados com a desativação de Porto, em Santana
Por: Keila Gibson
Foto: VEJA da redação
Desmoronamento de terra no porto da mineradora Anglo American, em Santana, no Amapá, deixou seis funcionários desaparecidos (Odenilson Silva/Futura Press/VEJA)

A audiência com o procurador da República, Joaquim Cabral, segunda-feira (12/11), reuniu os prefeitos de Pedra Branca do Amapari, Beth Pelaes, Serra do Navio, Elson Lobato, e Santana, Ofirney Sadala, para tratar sobre a realização de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a empresa Anglo Ferrous e Ministério Público Estadual (MPE) e Federal (MPF).

O objetivo do TAC, segundo o promotor Joaquim Cabral, é ajustar termos consensuais sobre os danos e perdas materiais dos quais os municípios foram alvo após o acidente, no ano de 2013, do Porto que fica localizado no município de Santana, e que deixou para trás um passivo social para os três municípios, cujas economias giravam em torno da extração e embarque de minérios.

“Foi proposto uma ação civil pública na Justiça Federal. Nós temos buscado uma saída em conjunto para verificar a viabilidade de um acordo que evite a delonga desses processos e tentar, de forma mais adequada possível, sanar os danos ocorridos na região”, afirmou Cabral.

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