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Comissão fiscaliza Prova Oral para delegado de Polícia Civil no Amapá

Comissão é formada por membros do governo do Estado, Sinpol, OAB e Fundação Carlos Chagas.
Por: Iracilda Tavares - 05/02/2018 - 09:16
A presença da comissão fiscalizadora é para verificar se tudo está ocorrendo dentro da normalidade.
Foto: Márcio Pinheiro
A presença da comissão fiscalizadora é para verificar se tudo está ocorrendo dentro da normalidade.

A aplicação da Prova Oral do concurso público para delegado de Polícia Civil do Amapá, conta com a participação da Comissão de Fiscalização que acompanha todo o processo nas dependências do Centro de Ensino Superior do Amapá (Ceap), em Macapá. O governo do Estado oferta 25 vagas e 76 cadastros de reserva para o cargo.

A Comissão é composta por membros da Secretaria de Estado da Administração (Sead), Sindicato dos Policiais Civis do Amapá (Sinpol), Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Amapá (OAB/AP) e Fundação Carlos Chagas (FCC), esta última responsável pela aplicação da prova oral.

Integrante da Comissão de Fiscalização pela Sead, Marcos Jordel Fernandes, salientou que até o momento, a única intercorrência registrada foi uma queda de energia no momento da prova. Mas, que tudo foi resolvido e o concurso continua. “A presença da comissão fiscalizadora nesse momento é importante, no sentido de verificar se tudo está ocorrendo dentro da normalidade. Se aquilo que estamos requerendo da realizadora do certame está sendo cumprido. E observamos um retorno positivo”, registrou.

O represente da OAB/AP, Dr. Edivan Silva dos santos, e membro da Comissão de Fiscalização, informou que o papel da instituição nesta etapa é verificar se estão sendo cumpridas as disposições do edital. “Além disso, é dever da OAB garantir o Estado democrático de Direito. E a carreira de delegado, integrante da segurança pública, é de extrema importância para o Estado do Amapá”, considerou o advogado.

Concorrência

Iniciada na sexta-feira, 2, com encerramento no domingo, 4, esta etapa conta com 114 concorrentes que eliminaram 29 candidatos reprovados na prova prática processual, em que tiveram que elaborar uma peça, simulando uma situação recorrente do dia a dia de um delegado. Aprovados para a fase da prova oral, os 114 candidatos foram divididos, sendo 38 por dia, com 19 no período da manhã e 19 à tarde. Cada um tem 30 minutos de arguição - razões ou motivos fundamentados para provar ou defender algo - sobre temas de disciplinas jurídicas de Direito Penal e de Direito Processual Penal.

A disciplina de Direito Processual está sendo aplicada pelo defensor público do Estado de São Paulo (SP), Luiz Roberto Salles. Já o Direito Penal está sendo ministrado pelo procurador do Ministério Público, também de São Paulo, Patrick Cacicedo. A prova oral é de caráter classificatório e eliminatório, sendo que os assuntos das argumentações são organizados em pontos sorteados no momento da prova.

Um dos concorrentes, o jovem amapaense Felipe Rodrigues da Silva, de 25 anos, mal terminou a faculdade de Direito e já vem se preparando para o concurso de delegado que, para ele, é um sonho de criança. Ele fez a prova oral na manhã deste sábado, 3. “A sorte é uma junção da preparação com a oportunidade e, graças a Deus, o tema que caiu foi o que mais estudei. Eu gostei. Cada fase é uma nova etapa e não envolve só o estudo, mas também o físico e o psicológico. Mas, a gente supera. E conseguir me tornar um delegado do meu Estado será um prazer maior ainda”, vibrou.

Mesmo divididos por períodos, os candidatos não arredam o pé dos arredores da sala de prova no Ceap, seja para acompanhar os amigos concorrentes, ou para sentir o clima de como será a sua vez. Felipe, por exemplo, fez a prova de manhã e foi à tarde acompanhar uma amiga, junto com os pais dela. Nicolas Bastos, do Piauí, vai fazer a prova domingo, mas já estava no local desde o primeiro dia de prova num misto de tensão, ansiedade e segurança para participar desta fase.


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