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Primeiro dia de Prova Oral para delegado da Polícia Civil deixa candidatos ansiosos

Cada candidato tem 30 minutos de arguição sobre temas de disciplinas jurídicas de Direito Penal e de Direito Processual Penal.
Por: Weverton Façanha - 05/02/2018 - 09:12
O candidato Nicolas Bastos veio do Estado do Piauí fazer a prova. Ele se prepara há cinco anos para o concurso de delegado.
Foto: Maksuel Martins
O candidato Nicolas Bastos veio do Estado do Piauí fazer a prova. Ele se prepara há cinco anos para o concurso de delegado.

A Fundação Carlos Chagas (FCC) iniciou nesta sexta-feira, 2, e segue até domingo, 4, a aplicação da prova oral do concurso para delegado da Polícia Civil do Amapá. As provas estão ocorrendo no prédio do Centro de Ensino Superior do Amapá (Ceap), em Macapá. Para esta etapa do certame, 114 candidatos continuam na disputa por uma das 25 vagas ofertadas pelo governo do Estado.

O candidato Nicolas Bastos veio do Estado do Piauí participar do concurso. Ele não escondeu a ansiedade, mas disse estar preparado para a prova que fará no domingo. “Estou me preparando há cinco anos para o concurso de delegado. E, pela primeira vez, estou na fase da prova oral. Isso me encoraja a acreditar que eu posso ter êxito nessa etapa”, declarou.  

A titular da Delegacia Especializada na Investigação de Atos Infracionais (Deiai), delegada Daniela Graça, é uma das que acompanham esta fase do concurso e aguarda recepcionar os colegas que atuarão na Polícia Civil do Amapá. “Precisamos desses novos profissionais e esperamos que estejam conosco em curto espaço de tempo. Neste momento da prova, os candidatos precisam estar preparados e calmos para a argumentação”, orientou.

Prova Oral

Na prova oral, que tem caráter classificatório e eliminatório, o candidato tem 30 minutos de arguição sobre temas de disciplinas jurídicas de Direito Penal e de Direito Processual Penal. Os assuntos das argumentações são organizados em pontos sorteados no momento da prova. O concorrente é avaliado por uma banca de especialistas que fazem parte da FCC e as argumentações são abertas sem nenhuma interferência externa.

Após a argumentação, cada examinador atribui para o candidato nota de 0 a 100 pontos, em cédula assinada e colocada em envelope lacrado até a data da apuração. Serão considerados aprovados na Prova Oral os candidatos que tiverem pontuação média igual ou superior a 60.

A secretária adjunta de Estado da Administração (Sead), Regina Duarte, garantiu que o Estado acompanha de perto todas as fases. As próximas serão de responsabilidade do governo. “Estamos trabalhando para concluir tudo dentro do que rege o edital”, assegurou.

Concorrência 

De acordo com os dados da FCC, nesta fase, 32 disputam vagas para os municípios de Oiapoque, Calçoene, Amapá, Pracuúba e Tartarugalzinho; 24 concorrem para as cidades Ferreira Gomes, Porto Grande e Pedra Branca do Amapari; 28 pleiteiam vagas para Laranjal do Jari e Vitória do Jari; e 28 querem trabalhar em Macapá, Santana e Mazagão, entre eles 2 candidatos com deficiência física.

As demais fases são o Teste de Aptidão Física, exame documental, médico e exame psicológico, investigação social e, por último, o curso de Formação Policial Profissional, que será ministrado pela Academia Integrada de Formação e Aperfeiçoamento (Aifa).


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